| O último poema |
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| Literatura - Poesias |
Escrito por Sacharuk |
Sáb, 22 de Novembro de 2008 07:40 |
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Coisas da vida são como torpedos Que explodem sem dó na minha cara E a vida escarra desgraça, vida sem graça Só vejo luz entre à balaustrada A vida está negra e não há luz na poesia Estou sem cama e sem companhia E no último poema que escrevo Sem rima, sem métrica e com erro Sem amiga e sem o toque da mão O toque que mostrava o norte E acolhia a dor da ânsia louca E assim fecho a minha boca E os dedos não bolinam o teclado Eu e meu eu, meu torpedo apontado Na busca do eu, mais desapontado Com medo da vida, com medo da estrada Vou ser balaústre da balaustrada. Crie um banner deste artigo em outros sites Para criar um banner deste artigo em outro site, copie e cole o texto abaixo em sua página. Visualizar : |
| Última atualização em Dom, 23 de Novembro de 2008 02:51 |

