Nada parece o que é.
Tudo perece na prece do adeus
Um filho, pavio de uma luz maior que o Sol
Um trilho, de um Trem sem condutor
Um crime criado pela esperança moribunda,
Inferno da fera ardida pelo sal
O mar criando a vida e as ondas
O tempo sem fim,
Pois só ele é perpétuo...
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