
| AMORFO E MUTANTE ( O insondável paradoxo ) |
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| Literatura - Poesias |
Escrito por: ANARQUISTAPORDEUS![]() |
Qui, 17 de Dezembro de 2009 11:00 |
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De que são revestidas as “paredes” do infinito ? Talvez de novas e inquietantes elucubrações. Se o “muro” não existe, de onde escorreu o tempo, esse pulsar esquisito ? Decerto que não veio da realidade, mas da ânsia que enumera emoções.
Sem forma, pois se a tivesse estaria restrito a um espaço, obtuso como uma fronteira, um limite ou um marco. O Todo não seria então a definição da Vossa imensurável liberdade; outrossim, seja um fluido que se modifica como a última verdade.
Será mais fácil Ele mergulhar em mim, pois se eu penetrar Nele serei um panteísta com medo, da perda da individualidade que amamos até o fim. E a consciência, esse enigmático censor, leva-nos do céu ao pesadelo.
Por trás dos cataclismos e dos choques dos cometas, existe tua renovação de fluidos cósmicos e naturais. Explosões que atemorizam os ignorantes com suas embasadas lunetas e os profetas fanáticos com suas bíblias e mandamentos existenciais.
Vazio, vácuo, nenhuma destas palavras faz sentido; pois Tu ocupas todas as incontáveis dimensões. E quando desejas entras em nosso meio, sob formas estranhas ao permitido, derrubando tabus, mitos e ultrapassadas concepções.
Deus, Alá, Jeová... Que importa a denominação ? Se és um mutante como a verdade que sempre se renova, nas escrituras interpretadas sem escrúpulos e sem razão, até que vozes “silenciosas” do além revelassem a boa nova. Crie um banner deste artigo em outros sites Para criar um banner deste artigo em outro site, copie e cole o texto abaixo em sua página. Visualizar : |
| Última atualização em Qui, 17 de Dezembro de 2009 15:58 |


