ANARQUISTAPORDEUS
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Postado em: 23/12/2008 05:44:57
Silzinha, um feliz natal e um ano novo repleto de luz, paz e amor para todos do seu doce lar.
Anarquista Pordeus(segue um poema antigo) REMINISCÊNCIAS
Um cheiro de cravo e caixão
perturbava aquela paz dos soldadinhos de chumbo.
Ao som do “Repórter ESSO” numa época de repressão,
eu fugia da palmatória e da insensatez do mundo.
Cinco copos de leite bovino no curral,
revolviam minhas entranhas em diarréias infelizes.
Nas veredas e trilhas onde pousavam lambús e perdizes,
eu era seguido por algo medonho vindo do Umbral.
Uma bisavó que parecia guardar em seus armários,
o segredo de uma longevidade de causar arrepios à morte,
essa sua companheira inseparável e sem sorte,
que resmunga tuas penitências num escuro confessionário.
Lembranças envoltas na névoa do tempo :
o cavalo-balanço, a lambreta à pedal;
o calhambeque arrasta menino, o cavalo de pau
e um boi doido a povoar meu sereno pensamento.
As mulheres mais que nuas a posar para fechaduras,
em bordéis iluminados pela fama dos “honrados”.
“Desce uma meióta, com um prato de bode bem assado!”
Grita uma vulgívaga no antro seleto das criaturas.
As esferas eram vorazes, pois comeram minha carne crua.
Meu espírito era de porco a lambuzar-se em sangue quente.
Hoje passo maus bocados com uma boca quase nua.
Não senti a dor no corpo, mas na alma e na mente.
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ANARQUISTAPORDEUS
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Postado em: 19/12/2008 03:26:10
Sil, o Anarquista esteve aqui.
Beijos
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Duvidas
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Postado em: 25/11/2008 10:58:15
Au !
Tradução: Em caso de dúvidas sobre postagem de testo ou gerenciamento dos recursos do site, fale comigo.
A cara é estranha, mas eu não mordo. Estou aqui pra ajudar.
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Rakusse
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Postado em: 23/11/2008 10:11:03
Olááá
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